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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Destaque do BI no mercado globalizado

BI destaca-se no mercado globalizado atual onde o fator estratégico da informação a torna uma vantagem competitiva. As grandes empresas já perceberam que a utilização de uma ferramenta de inteligência é imprescindível para o sucesso dos negócios, dentro deste contexto o BI surge como principal ferramenta. As pequenas e médias empresas tem mostrado que este mercado é bastante promissor e a adoção por parte destas empresas ao BI é imensa. Analisando este cenário à luz do modelo SWOT (strengths, weakness, opportunities, threats) podemos destacar como:


·                    Forças: incentiva a adoção de melhorias referente ao desenvolvimento tecnológico dos produtos existentes e a criação de novos. Possibilita a evolução dos processos produtivos. Gera a definição de novos rumos de investimentos estratégicos para a organização.
·                    Fraquezas: erros na implementação da ferramenta podem trazer sérios prejuízos à empresa. A falta de conhecimento sobre a tecnologia pode gerar incerteza em relação ao retorno do investimento para o negócio. Falta de visão em longo prazo do negócio pode inibir investimentos.
·                    Oportunidades: o BI agrega conhecimento às empresas criando alicerces para a tomada de decisão, possibilita o conhecimento da posição das empresas no mercado, melhorando a possibilidade de exploração de novos mercados. Aumenta a segurança dos processos, gera habilidade e competências para atingir melhores resultados.
·                    Ameaças: a oscilação do mercado pode gerar uma crise inesperada para a empresa. O crescimento da concorrência pode proporcionar perda de mercado, interrompendo ou atrasando o investimento na ferramenta no momento.
Concluindo verifica-se que as principais vantagens do BI são a tomada de decisão eficaz e a melhoria dos processos de negócios. Através da adoção do BI podemos afirmar que as empresas são capazes de mudar o cenário em que se encontram e realizar uma real projeção dos negócios com a utilização correta da ferramenta. A evolução empresarial é uma realidade (evidente que dentro de uma boa implantação de projeto).
Outras vantagens que surgem naturalmente são a melhoria da qualidade dos relatórios gerenciais, possibilidade de análise preditiva, aumento na agilidade, melhor gerenciamento de recursos, ganho no conhecimento empresarial. A partir do momento em que os usuários se acostumam com a utilização da ferramenta estas vantagens se tornam concretas, porém a empresa não pode parar por ai, é preciso investir nos profissionais que lidam com soluções de inteligência desta forma é premente a necessidade de treinamentos, disseminação da cultura de utilização do Business Intelligence (BI) na organização, quando se investe em tecnologia implicitamente deve-se investir na capacitação dos funcionários para a correta utilização desta tecnologia.


Finalmente a gestão estratégica encontra-se com bases sólidas através da segurança da informação disponibilizada, a confiabilidade dos dados utilizados e a agilidade proporcionada pelo processo todo são as principais vantagens que o BI pode garantir.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Evolução dos Modelos de Gestão

Ao longo dos anos todas as organizações, sejam elas públicas ou privadas descobrem que é muito importante revisar seus modelos de gestão: no setor privado o objetivo é sobrevivência, aumentar a competitividade e manter a sua sustentabilidade no mercado; já as empresas públicas com o intuito de manter o provimento de produtos e/ou serviços fornecidos com qualidade à população. Sendo assim, as práticas de gestão surgem ou sofrem alterações decorrentes de mudanças mercadológicas.

(PEREIRA, 1995) procurou descrever a evolução dos modelos de gestão através da análise de três níveis conceituais: as ondas de transformação, as eras empresariais e os modelos de gestão.
O conceito de “Ondas de Transformação” (TOFFLER, 1980, p. 24): trata-se dos grandes momentos históricos da evolução da sociedade humana, cada qual com seus paradigmas próprios relacionados aos aspectos político, econômico, social, tecnológico e organizacional;
O conceito de “eras Empresariais” (MARANALDO, 1989, p.60): trata-se dos estágios de evolução empresarial, a partir da Revolução Industrial (Segunda Onda de Transformação), cada um com seus paradigmas gerenciais próprios;

O conceito de “Modelos de Gestão”: trata-se do conjunto próprio de concepções filosóficas e ideias administrativas que operacionalizam as práticas gerenciais nas organizações.


Figura 2: O Cenário Ambiental da Evolução dos Modelos de Gestão
Fonte: Material retirado do livro Gestão do Conhecimento: Uma Experiência para o Sucesso Empresarial.

A ideia deste modelo é descrever a evolução histórica no cenário da Administração baseando-se nos momentos importantes ocorridos à época.
As grandes ondas de transformação compreendem os períodos marcantes na história, a Revolução Agrícola (até 1750 D.C), a Revolução Industrial (1750 / 1970) e a partir de 1970 quando se inicia a Revolução da Informação.
Entre 1920 e 1950 observamos a era da produção em massa com produtos em larga escala padronizados através de linhas de montagem. Este modo de produção foi popularizado por Henry Ford, particularmente na produção do modelo Ford T.
A partir de 1950 as empresas começaram a aplicar o modelo de administração cientifica de Taylor objetivando maior eficiência na produção, o princípio do controle é notado em diversas empresas de foco comercial e em diversas fábricas.
Os primeiros movimentos da era da qualidade surgiram e foram consolidados no Japão após o fim da II Guerra mundial com os Círculos de Controle da Qualidade, sendo difundida nos países ocidentais a partir da década de 1970.
Já na década de 1990, percebe-se a ênfase na busca da excelência empresarial, ou seja, as empresas deveriam mostrar tanto eficácia quanto eficiência, atendendo os interesses de clientes, colaboradores, comunidade e acionistas.


As duas primeiras eras correspondem às abordagens tradicionais da Administração, da escola clássica à teoria da Contingência. Já as duas últimas correspondem às novas abordagens da administração, ou seja, administração japonesa, participativa e empreendedora.